Poli Saúde Laboratório Policlínica
NOTÍCIA

20/04/2018
Método para tratar arritmia torna-se rotineiro no Instituto Policlínica PB

Na primeira quinzena de abril, no Instituto Policlínica PB, foram realizados procedimentos do tipo “Estudo Eletrofisiológico com Ablação por Radiofrequência” em cinco pacientes da região. A técnica para o tratamento da arritmia cardíaca (alteração elétrica que provoca modificações no ritmo das batidas do coração) foi realizada pelo médico Evandro Inácio Ziguer (especialista em Cardiologia e Arritmologia e integrante do Corpo Clínico do hospital) e pelo cardiologista e eletrofisiologista José Basileu Reolão (professor do curso de Medicina da Universidade de Passo Fundo - UPF e integrante do Corpo Clínico do Hospital São Vicente de Paulo - HSVP, de Passo Fundo). Os procedimentos foram realizados no serviço de Hemodinâmica do hospital.

A técnica foi realizada pela primeira vez no Instituto Policlínica PB em agosto de 2016 e tem sido repetida periodicamente. Antes, para ter acesso ao procedimento, os pacientes tinham que ir a Curitiba.

O médico Evandro Ziguer conta que, com o estudo eletrofisiológico, é identificada a área específica do coração que apresentava o problema. “Em seguida, é feita a ablação por radiofrequência, ou seja, a cauterização do defeito elétrico no local apontado pelo estudo. Tudo feito aqui, em Pato Branco”, relata Ziguer.

Segundo o eletrofisiologista José Basileu Reolão, a ablação, que é um método invasivo, propicia a cura da arritmia. “É um procedimento seguro e que resulta na resolução do problema. O paciente não precisará mais de medicamentos e poderá levar uma vida normal”, assegura Reolão.